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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SINAL (fraco) DOS TEMPOS !

As empresas ainda não estão atentas para as potencialidades das redes sociais. É fato.
Não é à toa que vemos, sim, algumas "correndo atrás do prejuízo" (dizem que essa frase está incorreta, uma vez que não se corre atrás de prejuízo, mas há quem corra sim).
Entre 12 montadoras automobilísticas que pesquisei, apenas duas teem espaços em seus portais para as Comunidades de Marcas.
Entretanto, para todas elas existem inúmeras Comunidades na rede, se manifestando, comentando, sugerindo, dando dicas de como melhorar seus produtos, processos, comercialização, promoção de eventos, criticando etc.
Algumas chegam a ter dezenas de milhares de membros em suas Comunidades.
Quem as ouve? Quem as acompanha? Quem as vê? Quem se relaciona com elas?
Quem sabe possa existir alguém que já esteja, ao menos, preparando a tranca para quando a porta já estiver arrombada.
Bummmm!

sábado, 17 de janeiro de 2009

CROWDSOURCING, outrora "open source"

Foi Jeff Howe, quanto publicou um artigo na revista Wired, lá pelos idos de 2006, quem cunhou o temo 'crowdsourcing'. Ele havia percebido a ação de muitas empresas de diferentes setores que passaram a trabalhar com a inteligência coletiva - por meio do compartilhamento de tarefas - para desenvolvimento de produtos. De softwares a automóveis, as empresas que preocupam com o futuro (que já começou) de seus mercados, estão contando com as multidões e seus talentos, para encontrar soluções.
É claro que nem tudo é perfeito. Mas para encontrar diamante, é preciso muito garimpo. Mas encontram-se diamantes, sim.
Numa pesquisa que fiz nas primeiras páginas do Orkut, para comunidades com tema "Automotivo", encontrei grande quantidade de comunidades em cada uma delas. Essas comunidades, espontaneamente, expõem críticas, sugestões, apontam defeitos, elogiam...
Quem as ouve?
E olha que em cada comunidade, encontramos milhares e milhares de membros.
Sei de algumas empresas que (inteligentemente) já contam com funcionários ou departamentos próprios para acompanhamento de blogs e tudo o mais que acontece na rede (Youtube, MySpace, LinkedIn, etc).
A título de citação, veja o que dizem Libert e Spector (2009, p. 23):
Naturalmente, há ciladas no crowdsourcing. Se a colaboração não for feita de forma correta, seria melhor nem realizá-la. A Gartner Research prevê, com 80% de confiabilidade, que até 2010, mais de 60% das 1.000 empresas da Fortune terão alguma forma de relacionamento com comunidades online que poderá ser usada no marketing - mas admite, com a mesma confiança, que metade dessas comunidades será tão mal-administrada que trará mais preuízos que vantagens.
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