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sábado, 17 de janeiro de 2009

CUIDADO (é pouco)!

Às vezes, algo que possa parecer tão óbvio, acaba passando (perigosamente) de maneira desapercebida.
A alguns dias comentei sobre a questão ÉTICA no trato com as Comunidades de Marca. É tempo de reforçar o ALERTA: JAMAIS QUEIRAM FAZER USO DAS COMUNIDADES PARA, SIMPLESMENTE, DIVULGAR OU PROMOVER OU - PIOR AINDA -VENDER.
Essas pessoas têm como base o RELACIONAMENTO, a espontaneidade.
Seria um erro FATAL pretender usar canais de contato com as Comunidades, para difundir banners e outras papagaiadas.
A paixão pelos produtos tem motivado e movido as pessoas para as Comunidades de Marca. Porém, o ódio também faz parte dos posts (comentários) difundidos.
Portanto, se seu produto é bom, será reconhecido. Se ainda não é, procure saber o que as Comunidades querem. Esforce-se para ofertar produtos desejados.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Comunicação Virtual

Desenvolvo pesquisas junto a empresas e comunidades de marcas, como parte de minha elaboração de artigos e tese.
É muito interessante participar dos acontecimentos e estar "dentro" deles. Entender os fluxos comunicacionais - e todo o processo evolutivo - em termos de internet, é vibrante. As coisas acontecem. É simplesmente isso: acontecem. Quem quiser que acompanhe, tente estar à frente - o que é difícil e arriscado demais. Mas... como considerei anteriormente "os últimos perderão a vez".
A mídia de massa é extremamente dispendiosa e imprecisa. A internet é potencial e, em muitos casos, realidade alternativa. Porém, não é suficiente, se interpretada isoladamente. É (deve ser) parte de uma estratégia de complementaridade. Mas tem custo atrativo, e tamanha interatividade e integração com o receptor (alvo), que justifica totalmente sua atratividade.
Já faz parte dos antigos ensinamentos do marketing que toda empresa deve ouvir seus mercados. Foi-se o tempo no qual os consumidores aceitavam tudo aquilo que lhes era apresentado.
Ouvir as Comunidades de Marca, é o caminho. Sua empresa ouve, ve, assiste, participa de seu mercado?
A internet "é o canal"!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Marcas: paixão & ódio

Está em curso uma forte transformação nos mercados. O mercado onde estão as PESSOAS.
Isso soa tão lógico que parece banal. Aí mora o erro. Aqueles que produzem, esquecem-se de que também consomem - ainda que possam não sentir os problemas e as dificuldades da maioria daqueles aos quais ofertam seus produtos. Considerando que os canais de comunicação têm abrangência global, essa força exerce pressões dificilmente mensuráveis, embora permitam que as empresas possam acompanhar seus vetores.
Quantas variáveis estão presentes nessa configuração:
1. a abrangência é global, porém, a comunicação é direcionada (grupos, comunidades, segmentos etc);
2. embora tenhamos uma língua quase universal (inglês), ao pensar em questões como a ainda presente falta de acesso digital (em que pesse a rápida acessibilidade, se comparada à era da mídia de massa/televisão);
3. pensar em comunicação como meio de "venda" requer uma REAVALIAÇÃO TOTAL dos conceitos de Publicidade e Propaganda: as Comunidades (blogs, Orkut, Myspace, Flikr, Digg...) não querem ser entendidos como "potenciais consumidores";
4. como desenvolver relacionamento com as Comunidades com objetivos Éticos, no sentido de traduzir seus clamores em PRODUTOS MELHORES?
5. comunicar é, então, uma questão de tecnologia ou de relacionamento?

Faz-se URGENTE entender que:
a. existem consumidores, mas eles/elas são PESSOAS;
b. vivemos num mesmo espaço chamado PLANETA TERRA;
c. tudo tem limite, INCLUSIVE OS RECURSOS ESSENCIAIS;
d. educar e distribuir renda, são questões que permitem desenvolver e aplicar os conceitos acima, levando a uma melhoria das condições devida e, consequentemente, a uma busca de equilíbrio (equilíbrio = menos ganância, menos ambição, menos violência, menos desperdício).
e. antes de pensar em "como falar ao consumidor", é preciso "dialogar", entender que o consumidor compartilha a criação das mensagens e, acima de tudo, define o ciclo do produto, ou da marca. O processo comunicacional deve ser construído como uma via de mão dupla. É necessário uma revisão no conceito de unidirecionalidade dos fluxos comunicacionais.

O que você faz, com relação a isso?
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