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domingo, 23 de agosto de 2009

Planos para Mídias Sociais? Vamos lá...

A net é pródiga (na realidade os autores dos conteúdos o são), e garimpando-se aqui e ali, encontramos fontes interessantes.
Aqui, quero direcioná-los(as) ao blog de Peter Kim, com excelentes dicas para avaliarmos o potencial da nova Mídia. Uma valiosa análise para quem pretende desenvolver projetos para o que vem sendo considerado (em muitos casos equivocadamente ao extremo), um verdadeiro "filão" para ser explorado.
Se você não pensa assim e vê possibilidades sérias - embora, claro, potencialmente rentáveis desde que tratada com os devidos cuidados - acesse o link do blog citado e... siga os passos

domingo, 5 de abril de 2009

Falem bem, falem mau... mas eu quero saber!

As mudanças acontecem numa velocidade crescente. Já comentamos sobre isso, e você deve ouvir - e ler - esse tipo de 'frase pronta' muitas vezes.
O engraçado (ou triste) é que provavelmente você nada fez.
Vejamos.
As Mídias Sociais podem ser entendidas como o espaço para compartilhar nas, e entre as redes sociais, independentemente de seu conteúdo. Podemos, nelas inserir os Blogs, porém o conceito é mais amplo. As Midias Sociais tem dinâmicas mensuráveis, ainda que totalmente descentralizadas e independentes de limites no tempo e no espaço geográfico.
Com tudo isso, o que você sabe (se é que sabe), sobre o que andam comentando sobre seus produtos, sobre suas marcas, sobre você?
Você pode saber e aproveitar as informações, podendo desenvolver estratégias adequadas para estabelecimento de fluxos comunicacionais adequados com seus consumidores - ou melhor ainda, com as Comunidades de Marca. Pode segmentar ou subsegmentar seu relacionamento.
Conheça uma nova ferramenta da Web: o Radian6
Você precisará se cadastrar para receber um demo da ferramenta. Mas, antes disso, leia as informações disponíveis.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Os segredos para criação de conteúdo viral em redes sociais

Os segredos da criação de conteúdo viral em Redes Sociais podem ser encontrados nesse artigo de Adam Singer.
As dicas são muito importantes para um prática inteligente dos processos comunicacionais, segundo técnicas que visam, realmente, um relacionamento com as comunidades.
Vale a visita - não deixem de conhecer o texto.
Clique no título deste post, ou no endereço abaixo:

http://www.thefuturebuzz.com/2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Mais sinais...

Tenho postado comentários a respeito do boom em andamento, provocado pela disseminação das redes sociais. O problema que está acontecendo é que, em épocas de desaquecimento do consumo, o desespero pode levar à procura de soluções inadequadas, embora pareçam panacéia.
A comunicação com/por meio das redes sociais, ainda que possa ser apontada como um caminho consistente para posicionamento e manutenção da imagem, também pode ser mau interpretada em sua forma. Aqui o risco de obter um resultado totalmente inverso ao esperado, é muito grande. Um artigo muito interessante mostra "os 25 sinais para você identificar se tem um competente consultor de mídias sociais ou um aventureiro" pode ser acessado no link indicado (http://www.theharteofmarketing.com/2009/01/25-signs-youve-got-a-strong-sm-consultant-or-agency.html) de autoria de Geoff Livingston e Beth Harte - em inglês.
Vai investir em mídias sociais? Leia o artigo, antes.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SINAL (fraco) DOS TEMPOS !

As empresas ainda não estão atentas para as potencialidades das redes sociais. É fato.
Não é à toa que vemos, sim, algumas "correndo atrás do prejuízo" (dizem que essa frase está incorreta, uma vez que não se corre atrás de prejuízo, mas há quem corra sim).
Entre 12 montadoras automobilísticas que pesquisei, apenas duas teem espaços em seus portais para as Comunidades de Marcas.
Entretanto, para todas elas existem inúmeras Comunidades na rede, se manifestando, comentando, sugerindo, dando dicas de como melhorar seus produtos, processos, comercialização, promoção de eventos, criticando etc.
Algumas chegam a ter dezenas de milhares de membros em suas Comunidades.
Quem as ouve? Quem as acompanha? Quem as vê? Quem se relaciona com elas?
Quem sabe possa existir alguém que já esteja, ao menos, preparando a tranca para quando a porta já estiver arrombada.
Bummmm!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Marcas: paixão & ódio

Está em curso uma forte transformação nos mercados. O mercado onde estão as PESSOAS.
Isso soa tão lógico que parece banal. Aí mora o erro. Aqueles que produzem, esquecem-se de que também consomem - ainda que possam não sentir os problemas e as dificuldades da maioria daqueles aos quais ofertam seus produtos. Considerando que os canais de comunicação têm abrangência global, essa força exerce pressões dificilmente mensuráveis, embora permitam que as empresas possam acompanhar seus vetores.
Quantas variáveis estão presentes nessa configuração:
1. a abrangência é global, porém, a comunicação é direcionada (grupos, comunidades, segmentos etc);
2. embora tenhamos uma língua quase universal (inglês), ao pensar em questões como a ainda presente falta de acesso digital (em que pesse a rápida acessibilidade, se comparada à era da mídia de massa/televisão);
3. pensar em comunicação como meio de "venda" requer uma REAVALIAÇÃO TOTAL dos conceitos de Publicidade e Propaganda: as Comunidades (blogs, Orkut, Myspace, Flikr, Digg...) não querem ser entendidos como "potenciais consumidores";
4. como desenvolver relacionamento com as Comunidades com objetivos Éticos, no sentido de traduzir seus clamores em PRODUTOS MELHORES?
5. comunicar é, então, uma questão de tecnologia ou de relacionamento?

Faz-se URGENTE entender que:
a. existem consumidores, mas eles/elas são PESSOAS;
b. vivemos num mesmo espaço chamado PLANETA TERRA;
c. tudo tem limite, INCLUSIVE OS RECURSOS ESSENCIAIS;
d. educar e distribuir renda, são questões que permitem desenvolver e aplicar os conceitos acima, levando a uma melhoria das condições devida e, consequentemente, a uma busca de equilíbrio (equilíbrio = menos ganância, menos ambição, menos violência, menos desperdício).
e. antes de pensar em "como falar ao consumidor", é preciso "dialogar", entender que o consumidor compartilha a criação das mensagens e, acima de tudo, define o ciclo do produto, ou da marca. O processo comunicacional deve ser construído como uma via de mão dupla. É necessário uma revisão no conceito de unidirecionalidade dos fluxos comunicacionais.

O que você faz, com relação a isso?
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