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sábado, 17 de janeiro de 2009

CROWDSOURCING, outrora "open source"

Foi Jeff Howe, quanto publicou um artigo na revista Wired, lá pelos idos de 2006, quem cunhou o temo 'crowdsourcing'. Ele havia percebido a ação de muitas empresas de diferentes setores que passaram a trabalhar com a inteligência coletiva - por meio do compartilhamento de tarefas - para desenvolvimento de produtos. De softwares a automóveis, as empresas que preocupam com o futuro (que já começou) de seus mercados, estão contando com as multidões e seus talentos, para encontrar soluções.
É claro que nem tudo é perfeito. Mas para encontrar diamante, é preciso muito garimpo. Mas encontram-se diamantes, sim.
Numa pesquisa que fiz nas primeiras páginas do Orkut, para comunidades com tema "Automotivo", encontrei grande quantidade de comunidades em cada uma delas. Essas comunidades, espontaneamente, expõem críticas, sugestões, apontam defeitos, elogiam...
Quem as ouve?
E olha que em cada comunidade, encontramos milhares e milhares de membros.
Sei de algumas empresas que (inteligentemente) já contam com funcionários ou departamentos próprios para acompanhamento de blogs e tudo o mais que acontece na rede (Youtube, MySpace, LinkedIn, etc).
A título de citação, veja o que dizem Libert e Spector (2009, p. 23):
Naturalmente, há ciladas no crowdsourcing. Se a colaboração não for feita de forma correta, seria melhor nem realizá-la. A Gartner Research prevê, com 80% de confiabilidade, que até 2010, mais de 60% das 1.000 empresas da Fortune terão alguma forma de relacionamento com comunidades online que poderá ser usada no marketing - mas admite, com a mesma confiança, que metade dessas comunidades será tão mal-administrada que trará mais preuízos que vantagens.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Comunicação Virtual

Desenvolvo pesquisas junto a empresas e comunidades de marcas, como parte de minha elaboração de artigos e tese.
É muito interessante participar dos acontecimentos e estar "dentro" deles. Entender os fluxos comunicacionais - e todo o processo evolutivo - em termos de internet, é vibrante. As coisas acontecem. É simplesmente isso: acontecem. Quem quiser que acompanhe, tente estar à frente - o que é difícil e arriscado demais. Mas... como considerei anteriormente "os últimos perderão a vez".
A mídia de massa é extremamente dispendiosa e imprecisa. A internet é potencial e, em muitos casos, realidade alternativa. Porém, não é suficiente, se interpretada isoladamente. É (deve ser) parte de uma estratégia de complementaridade. Mas tem custo atrativo, e tamanha interatividade e integração com o receptor (alvo), que justifica totalmente sua atratividade.
Já faz parte dos antigos ensinamentos do marketing que toda empresa deve ouvir seus mercados. Foi-se o tempo no qual os consumidores aceitavam tudo aquilo que lhes era apresentado.
Ouvir as Comunidades de Marca, é o caminho. Sua empresa ouve, ve, assiste, participa de seu mercado?
A internet "é o canal"!
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